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3ª Edição

DEBATES, REVISTA ELETRÔNICA, LIVES E MUITO MAIS

Mulheres de Luta

MARÇO DE LUTAS


UMA AGENDA COLETIVA DE ENFRENTAMENTO
AO RACISMO E AO PATRIARCADO

Faça parte desse movimento

Março de Lutas

O Março de Lutas é uma agenda coletiva para reafirmar a resistência negra no Brasil. O objetivo é que as mulheres negras brasileiras protagonizem uma chamada para compartilhar práticas, experiências e viabilizar denúncias que fortaleçam o enfrentamento ao racismo, ao patriarcado, sexismo e lesbofobia que impactam a vida das pessoas negras, especialmente as mulheres.

#MarçodeLutas é a forma de celebrar o legado dos homens e mulheres negras que morreram lutando pela humanidade, cidadania e direitos reconhecidos e assegurados para a população negra. É uma ação que vai reafirmar a denúncia contra as violações de direitos humanos protagonizadas pelo Estado brasileiro, bem como, visa reforçar os debates sobre a importância da vida das mulheres negras no que diz respeito ao enfrentamento a violência doméstica, o feminicídio, o racismo religioso e a violência política política intensificadas pelo contexto da pandemia da Covid-19 no Brasil.

Março e as Lutas Negras

A primeira edição do Março de Lutas foi criada em 2019, em Salvador, pelo Odara - Instituto da Mulher Negra.

O mês de março é internacionalmente conhecido como o mês das mulheres na luta contra o patriarcado, celebrado oficialmente dia 8 de março. Também no dia 14 de março de 2021 faz três anos que a militante negra e parlamentar Marielle Franco foi executada e o Estado brasileiro ainda não nos apresentou respostas.

Neste mesmo dia homenageamos o nascimento de duas estrelas negras que tiveram grande contribuição para a luta negra brasileira: Carolina Maria de Jesus e Abdias do Nascimento. Já no dia 16 de março de 2021 faz sete anos que a trabalhadora Claúdia Ferreira foi assassinada por PMs do Rio de Janeiro e arrastada do lado de fora da viatura.

É também em março, dia 21, que celebramos o dia internacional de luta pela eliminação da discriminação racial. Ainda no dia 27 de março celebramos o nascimento de outra estrela negra brasileira, Luiza Bairros, que tem inspirado homens e mulheres negras além do seu tempo com seu legado.



Continuaremos em marcha até que todas as Marielles, Claudias, Carolinas, Abdias e Luizas tenham direito à vida e ao bem viver.

ASSISTA ÀS NOSSAS LIVES

PROGRAMAÇÃO

05 de Março
Nos últimos anos, assassinatos e atentados tiveram papel relevante na estruturação da violência política e eleitoral no Brasil, de acordo com recente pesquisa que evidencia que esses crimes se consolidaram no cenário de disputas políticas como práticas mais recorrentes do que se imagina.
Atividade - Live "Mulheres Negras Contra a Violência Política"
Transmissão: Canal Youtube e Facebook - AMNB
Horário: 19h
08 de Março

Marcha das Mulheres Negras - Da ancestralidade ao futuro

A luta das mulheres negras ao longo de décadas vem sendo registrado pelo Cultne, o maior acervo digital de cultura negra do país.

Os primeiros registros da luta das mulheres negras teve início na década de 80, quando foram realizados os primeiros encontros, marchas manifestações registradas pelas produtoras que fundaram o acervo. O documentário traça a linha do tempo das mulheres negras no período de 8 de março de 1983, quando ocorreu a primeira marcha que se tem registro até a grande marcha das 50 mil mulheres negras em Brasília no dia 18 de dezembro de 2015, no Distrito Federal.

Atividade - Lançamento da Revista Eletrônica Cultne: "Marcha das Mulheres Negras - Da ancestralidade ao futuro"
Transmissão: Canal Youtube e Facebook - AMNB
Horário: 19h30

13 de março

14 de março marca a data em que a militante negra e parlamentar Marielle Franco (PSOL) foi executada por atuar em defesa dos direitos e da cidadania de mulheres negras das periferias, expostas à violência de gênero e vulnerabilidade social. No contexto do Março de Lutas, em parceria com o Cultne, faremos a re-exibição do documentário "Marielle Presente - Eu sou porque nós somos" produzido pelo acervo Cultne em março de 2019.

Atividade - Re-exibição do curta-metragem.
Transmissão: Canal Youtube e Facebook - AMNB
Horário: 19h30

14 de março

Celebra o aniversário de Abdias do Nascimento (1914- 2011) - ator, poeta, escritor, dramaturgo, artista plástico, professor universitário, político e ativista dos direitos civis e humanos das populações afro-brasileira.
Atividade - Re-exibição do documentário "Teatro Experimental do Negro - Abdias do Nascimento" produzido pelo Ipeafro e Acervo Cultne em outubro de 2016.

Celebra o aniversário de Carolina Maria de Jesus (1914-1977) - autora brasileira, considerada uma das primeiras e mais destacadas escritoras negras do País.
Atividade - Re-exibição do documentário "Quarto de despejo - Carolina Maria de Jesus " estrelando Ruth de Souza, produzido pelo acervo Cultne em março de 2020.

Re-exibições dos curta-metragens.
Transmissão: Canal Youtube e Facebook - AMNB
Horário: 19h30

16 de março
Assinala a data de morte de Cláudia Silva Ferreira, vítima de uma operação da Polícia Militar do Rio de Janeiro no Morro da Congonha, na zona norte do Rio de Janeiro.
Atividade - Re-exibição do documentário "Somos tod@s Claudia!!", ato público registrado pelo acervo Cultne em 2014.
Transmissão: Canal Youtube e Facebook - AMNB
Horário: 19h30
19 de março
O Março de Lutas destaca os 20 anos da I Conferência Mundial contra o Racismo, a Discriminação Racial, a Xenofobia e Formas Correlatas de Intolerância, que aconteceu em 2001, na cidade de Durban, na África do Sul.
Atividade - Live "Diálogo Internacional: 20 anos da Conferência de Durban e a luta global contra o Racismo" - Representação: AMNB - Afroresistence - Red de Mujeres AfrolatinoAmericanas, AfroCaribeñas y da Diáspora;
Transmissão: Canal Youtube e Facebook - AMNB
Horário: 15hs
21 de março
Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial - Em memória ao massacre de Shaperville, na África do Sul, a Organização das Nações Unidas instituiu o 21 de março como o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial.
27 de março
Homenagem ao nascimento e contribuição política de Luiza Helena de Bairros (1954-2016) - militante do Movimento Negro e da luta das Mulheres Negras, um dos grandes nomes do Brasil na luta contra o racismo e o sexismo. Foi ministra-chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Brasil entre 2011 e 2014.
Atividade: Lançamento do documentário "Tributo a Luiza Bairros" produzido pelo acervo Cultne.
Transmissão: Canal Youtube e Facebook - AMNB
Horário: 19h30
31 de março
A data de 31 de março de 1964 marca o início do Golpe Militar no Brasil, um dos períodos mais repressivos da história nacional. Março de Lutas lembra e referência a participação da população negra na luta pela democracia e contra a ditadura militar.
MULHERES NEGRAS CONTRA A VIOLÊNCIA POLÍTICA

"Os episódios de violência política, que a cada ano passam a fazer parte da rotina da sociedade brasileira, são uma violação dos direitos humanos e afetam toda a sociedade."

De acordo com a pesquisa "Violência Política e Eleitoral no Brasil", realizada pelas organizações sociais de direitos humanos Terra de Direitos e Justiça Global, aponta um aumento considerável das violações de direitos humanos de 2016 a 2020. O levantamento foi possível a partir da extração de notícias de veículos de comunicação que mapeou diversos caso de vilolência política.

A violência sustentada em episódios de racismo, sexismo e LGBQTIA+ fobia, por sua vez, não atinge apenas pessoas específicas, na verdade, atormenta e desestabiliza processos de representação e participação política de segmentos inteiros da sociedade. Regiões periféricas e grupos historicamente discriminados, que já enfrentam a sub-representação e sérios obstáculos a uma participação e representação política significativas, são afetados de forma desproporcional pela violência política, o que, por seu turno, compromete a qualidade de representação em um Estado democrático. Fonte: Pesquisa Violência Política

Participantes:

TERLÚCIA SILVA - MEDIADORA (Bamidelê/Abayomi)
Graduada em Serviço Social, Mestra em Ciências Jurídicas, Ativista Negra integra a Bamidelê - OMN/PB e a Abayomi - CMN/PB, Rede de Mulheres Negras do NE e da AMNB - Articulação de Mulheres Negras Brasileiras.
LIVIA DUARTE - VEREADORA AMAZÔNIA PSOL
Lívia Duarte, 33 anos, é mulher negra, amazônida, feminista, antirracista, socialista, formanda em psicologia e vereadora de Belém pelo Psol. É mãe de Pedro, Joaquim e madrasta da Clara. Fundou o setorial de mulheres do Psol, sendo a primeira presidente negra do Psol Belém.
DANDARA - VEREADORA PT UBERLÂNDIA/MG
Dandara é uma jovem de 26 anos que estudou a vida inteira em escola pública, na Escola Municipal Eurico Silva e depois na Escola Estadual Messias Pedreiro. Foi no Ensino Médio que começou a se engajar politicamente refundando o grêmio e lutando contra o aumento da passagem de ônibus.
Ingressou na Universidade Federal de Uberlândia aos 16 anos como cotista no curso de pedagogia. O engajamento militante continuou, foi presidente do Diretório Acadêmico do curso, coordenadora-geral do Diretório Central dos Estudantes (DCE – UFU), diretora de políticas educacionais da União Estadual dos Estudantes (UEE-MG), foi militante do Coletivo Nacional de Juventude Negra (Enegrecer) e conselheira do Conselho Nacional de Promoção de Igualdade Racial (CNPIR).
Dandara sempre aliou as lutas do movimento estudantil a todas as lutas dos movimentos socias. Esteve presente nas manifestações, na busca por direitos. Hoje é uma combativa militante do movimento negro e feminista, orgulhosa moradora do bairro São Jorge, mestranda em educação pela Universidade Federal de Minas Gerais.
Como resultado de sua trajetória, é a mulher negra eleita, mais jovem da Câmara e a vereadora mais votada nas eleições municipais de 2020 na cidade de Uberlândia.
CAROL DARTORA - VEREADORA PT CURITIBA
Carol Dartora é feminista negra, historiadora, especializada em Ensino de Filosofia, Doutoranda em Educação pela UFPR. É também Secretária da Mulher Trabalhadora e Direitos LGBTI da APP Sindicato PR, Militante da Marcha Mundial das Mulheres e do Movimento Negro, Vereadora de Curitiba.
Ana Lúcia Martins - VEREADORA PT JOINVILE
A vereadora Ana Lucia Martins (PT) tem 54 anos, professora e servidora pública aposentada. Filha de Onélia Durvalina Martins e de Acácio Martins. Ana Lúcia nasceu em 20 de agosto de 1966 no bairro Floresta, em Joinville. Mãe de dois filhos e avó.
Em 1984 concluiu o curso de Magistério e em 1986 ingressou na Rede Municipal de Educação como professora do Ensino Infantil.
Em 1990 graduou-se em Educação Física e passou a atuar na área. A trajetória política iniciou nos grupos de jovens da igreja Católica, mais tarde no movimento negro, no combate ao racismo a partir das comunidades de base da igreja Católica Cristo Ressuscitado no final da década de 80. Depois passou a fazer parte ativamente do Partido dos Trabalhadores (PT), no Sindicato dos Servidores Públicos e na luta pela valorização da educação e dos profissionais da educação. Foi no Ashanti - Coletivo de Mulheres Negras de Joinville EM 2014 que ela se consolidou a luta feminista. Depois vieram as atuações no Fórum de mulheres de Joinville, o Comitê de Igualdade Racial e mais tarde o Conselho de Promoção para Igualdade Racial.
ERIKA HILTON - VEREADORA SÃO PAULO PSOL
Erika Hilton é vereadora eleita da cidade de São Paulo. Negra e transvestigênere, foi a mulher mais bem votada em 2020 em todo o país, a mais votada do PSOL e é a primeira trans eleita para a Câmara Municipal paulistana, com mais de 50 mil votos. É ativista dos Direitos Humanos, na luta por equidade para a população negra, no combate à discriminação contra a comunidade LGBTQIA+ e pela valorização das iniciativas culturais jovens e periféricas.
MARCHA DAS MULHERES NEGRAS - DA ANCESTRALIDADE AO FUTURO

Conectado a processos que foram potencializados pela alteração da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB – Lei n. 9394/1996) que tornou obrigatório o ensino de História e Cultura Africana e Afro-Brasileira, bem como pelas políticas de ação afirmativa de acesso de estudantes negras/os nas universidades públicas e privadas do país, o Acervo Cultne atua na formação da ampla consciência acerca da defesa do direito à memória e à história antirracista no Brasil.

A produção e a preservação de acervos audiovisuais de cultura e lutas negras nos últimos 40 anos, associadas ao diálogo com intelectuais ativistas e acadêmicos, em especial com historiadoras/es negras/os, tem resultado no desenvolvimento de uma experiência única e pioneira de História Pública na sociedade brasileira.

Celebrando o 8 de março com as mulheres negras:

A luta das mulheres negras ao longo de décadas vem sendo registrado pelo Cultne, o maior acervo digital de cultura negra do país. Os primeiros registros da luta das mulheres negras teve início na década de 80, quando foram realizados os primeiros encontros, marchas manifestações registradas pelas produtoras Enugbarijô Comunicaçôes de Ras Adauto e Vik Birkbeck; e Cor da Pele - CP Produção e Video de Filó Filho e Carlos Alberto Medeiros. O documentário traça a linha do tempo das mulheres negras no período de 8 de março de 1983, quando ocorreu a primeira marcha que se tem registro até a grande marcha das 50 mil mulheres negras em Brasilia no dia 18 de dezembro de 2015, no Distrito Federal.

Documentário "Marcha das Mulheres Negras - Da ancestralidade ao futuro"
Formato: Revista Eletrônica
Produção Audiovisual: Acervo Cultne
Transmissão: Canal Youtube e Facebook da AMNB
Data: 08 de Março
Horário: 19h30
Saiba mais acessando Acervo Cultne

DIÁLOGO INTERNACIONAL - 20 ANOS DA CONFERÊNCIA DE DURBAN E A LUTA GLOBAL CONTRA O RACISMO

A III Conferência Mundial contra o Racismo, a Discriminação Racial, a Xenofobia e as Formas Conexas de Intolerância, ocorrida em Durban, África do Sul, de 31 de agosto a 9 de setembro de 2001, está preste a completar 20 anos. Com o aval da Organização das Nações Unidas (ONU), o evento contou com a presença de 173 países, 4 mil organizações não governamentais (ONGs) e mais de 16 mil participantes. A delegação brasileira foi a maior entre todas os participantes, comparecendo com 42 delegados e cinco assessores técnicos. Segundo a relatora-geral da conferência a brasileira Edna Roland, o Estado brasileiro deve pedir desculpas formais aos afro-descendentes, sobreviventes de verdadeiras políticas de extermínio.

Confira a participação da delegação brasileira acessando o documentário "Conferência Internacional Durban 2001" produzido pelo Cultne.

Atividade - Live "Diálogo Internacional - 20 anos da Conferência de Durban e a luta global contra o Racismo". Participação de representantes das organizações: Afroresistence, Red de Mujeres AfrolatinoAmericanas, AfroCaribeñas y da Diáspora, e AMNB:

CIDA BENTO
Eleita pela “The Economist”, em 2015, uma das 50 pessoas mais influentes do mundo na área da diversidade.
Diretora Executiva do CEERT – Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades; Doutora em Psicologia pelo Instituto de Psicologia da USP; Membro da Comissão de Direitos Humanos do Conselho Federal de Psicologia; Membro do Grupo Assessor da ONU Mulheres; Membro do Conselho Federal de Psicologia Fellow da Ashoka; Coordenadora do Prêmio Educar para a Igualdade Racial e de Gênero, entre outros projetos na área de educação.
Consultora no campo da diversidade para Febraban, Comitê de Diversidade dos Jogos Olímpicos 2016; Itaipú Binacional, OXFAM, Fundação Vale; Eletrobrás, UNICEF, Banco Itaú Unibanco e outras empresas. Eleita Líder Social no “Fórum de Líderes Sociais e Empresariais” da Gazeta Mercantil (2002); Líder Avina; Reconhecimento pela Medalha Anchieta e do Diploma de Gratidão da Cidade de São Paulo; Cidadã da Cidade de ATLANTA (EUA - 1991).
AUTORA DOS LIVROS: • Núbia Rumo ao Egito, editora FTD, São Paulo, 2009. • Psicologia Social do Racismo: Estudos sobre branquitude e branqueamento no Brasil, editora Vozes, São Paulo, 2002. • Ação Afirmativa e diversidade no Trabalho: desafios e possibilidades, Casa do Psicólogo, São Paulo, 2000. • Inclusão no Trabalho: desafios e perspectivas, Casa do Psicólogo, São Paulo, 2001. • Cidadania em Preto e Branco: discutindo as relações raciais, editora Ática, São Paulo, 1998.
JARIBU HILL
Fundadora do Centro dos Trabalhadores do Mississippi para os Direitos Humanos e da Conferência dos Organizadores dos Direitos Humanos do Sul (SHROC) e também advogada de direitos humanos. Ela é ex-juíza municipal e atualmente atua como Mestre Especial para Compromissos Mentais no Condado de Washington. Jaribu é ex-diretora da CCR South e durante seu mandato, ganhou um julgamento permanente contra os Cavaleiros Cristãos da Ku Klux Klan em Columbia, na Carolina do Sul. Ela é uma Class of '95 Skadden Fellow, vencedora do Prêmio Gloria, palestrante da Escola de Direito da Northeastern University Valerie Gordon e a primeira Alum a receber a Medalha do Reitor na CUNY Law (Classe de '95). Ela é autora e palestrante frequente sobre temas de direitos humanos nos EUA e em outras partes do mundo. Jaribu é membro ativo da Delta Sigma Theta Sorority, Inc. e ex-presidenta da Magnolia Bar Association. Em 2 de março de 2021, Jaribu foi introduzida no Hall da Fama de Conquistas de sua Alma Mater, a grande HBUC, Central State University.
JANVIEVE WILLIAMS COMRIE
Mulher negra latino-americana estrategista em direitos humanos, agente transformadora e organizadora com um profundo compromisso em ajudar a construir movimentos sociais poderosos para a justiça racial e os direitos humanos. Janvieve trabalhou em vários campos e para várias instituições de direitos humanos, incluindo o Escritório Regional para a América Central do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, onde coordenou um programa regional sobre raça e racismo. Janvieve é reconhecida internacionalmente por seu trabalho com comunidades afrodescendentes.
DORIS QUIÑONES HERNÁNDEZ
Psicóloga social-comunitária. É membro fundadora e Coordenadora da Região do Caribe da Rede De Mulheres Afro-Latino-Americanas, Afro-Caribenhas e da Diáspora (RMAAD). É membro da União das Mulheres Negras (UMUN), organização comunitária de mulheres negras e afrodescendentes que visa gerar espaços de discussão, criação, reflexão, educação e ações para a transformação da experiência de vida étnica, racial e discriminação de gênero em Porto Rico. Doris trabalha como Diretora Interina do Departamento de Ciências Sociais da Universidade de Porto Rico, Campus de Río Piedras, onde concentram-se os Estudos e Pesquisas Afrodescendentes.

Afroresistence - Desde 2014, nos dedicamos à educação e organização para os direitos humanos, democracia e justiça racial em ao redor das Américas. Através de três áreas de foco, a AfroResistance tem trabalhado para garantir que as mulheres e meninas negras estejam liderando movimentos de verdadeira libertação e igualdade.

Red de Mujeres AfrolatinoAmericanas, AfroCaribeñas y da Diáspora - A Rede de Mulheres Afro-Latino-Americanas, Afro-Caribenhas e da Diáspora é um espaço de articulação e empoderamento das mulheres afrodescendentes para a construção e reconhecimento de sociedades democráticas, equitativas, justas, multiculturais, livres de racismo, discriminação racial, sexismo e exclusão e promoção da interculturalidade.

Articulação de Organizações de Mulheres Negras (AMNB) - A Articulação de Organizações de Mulheres Negras (AMNB) é uma rede de organizações de mulheres negras, constituída atualmente por 29 organizações distribuídas por todas as Regiões do Brasil. A AMNB tem como missão institucional promover a ação política articulada de grupos e organizações não governamentais de mulheres negras brasileiras, realizando o enfrentamento ao racismo, ao sexismo, à opressão de classe, à lesbofobia e à todaas as formas de discriminação, a fim de contribuir para a transformação das relações de poder existentes no Brasil.

lives dias 05 e 19 de março

confira quem são as participantes

DORIS QUIÑONES HERNÁNDEZ

Red de Mujeres Afrolatinoamericanas,
Afrocaribeñas y de la Diáspora

JARIBU HILL

Fundadora do Centro dos Trabalhadores do Mississippi para os Direitos Humanos e da SHROC

CIDA BENTO

Psicóloga Social e co-fundadora do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT)

VALDECIR NASCIMENTO

Coordenação executiva da AMNB

JANVIEVE WILLIAMS COMRIE

Diretora Executiva da organização AfroResistance

TERLÚCIA SILVA

Mediadora (Bamidelê/Abayomi)

CAROL DARTORA

Vereadora - PT CURITIBA

LIVIA DUARTE

Vereadora - PSOL AMAZÔNIA

DANDARA

Vereadora - PT UBERLÂNDIA/MG

Ana Lúcia Martins

Vereadora - PT JOINVILE

ERIKA HILTON

Vereadora - PSOL SÃO PAULO

AMNB

Articulação de Organizações de Mulheres Negras

A AMNB é uma rede de organizações de mulheres negras, constituída atualmente por 49 organizações distribuídas por todas as Regiões do Brasil. Ao longo dos seus 20 anos a AMNB tem como missão institucional promover a ação política articulada de grupos e organizações de mulheres negras brasileiras, realizando o enfrentamento ao racismo, ao sexismo, à lesbofobia e à todaas as formas de discriminação.

ORGANIZAÇÕES: Associação de Mulheres Mãe Venina do Quilombo do Curiaú - Ammvqc - Amapá AP IMENA - Instituto de Mulheres Negras do Amapá AP Irohín BA Odara –Instituto da Mulher Negra BA Instituto da Mulher Negra do Ceará INEGRA CE Pretas Candangas DF Centro de Referência Negra Lélia González GO Grupo de Mulheres Negras Malunga GO Grupo de Mulheres Negras Mãe Andresa MA Nzinga – Coletivo de Mulheres Negras de Belo Horizonte MG Rede de Mulheres Negras de Minas Gerais MG Imune - Instituto de Mulheres Negras Mato Grosso MT Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará- CEDENPA PA Abayomi – Coletiva de Mulheres Negras na Paraíba PB Bamidelê – Organização de Mulheres Negras da Paraíba PB Associação de Educação, Arte, Cultura e Agroecologia Sítio Ágatha PE Uiala Mukaji PE Rede de Mulheres Negras de Pernambuco PE AYABÀS - Instituto da Mulher Negra do Piauí PI Rede de Mulheres Negras do Paraná PR Centro de Atividades Culturais, Econômicas e Sociais (CACES) RJ Criola – Organização de Mulheres Negras RJ ILERA RO AJAGUM - RN RN Maria Mulher RS Associação Cultural de Mulheres Negras (ACMUN) RS AKANNI - Instituto de Pesquisa e Assessoria em Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnias RS Associação de Mulheres Negras de Críciuma/Santa Catarina SC Casa da Mulher Catarina SC Coletivo Ashanti SC Comunidade Oju Ifá SE Associação Mulheres de Odun (AMO) SP Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT) SP Casa Laudelina Campos de Melo SP Geledés – Instituto da Mulher Negra SP Instituto Amma Psique Negritude (AMMA PSIQUE) SP ALAGBARA –Articulação de Mulheres Negras e Quilombolas do Tocantins TO Rede de Mulheres Negras do Nordeste NORDESTE Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas NACIONAL Rede Afro LGBT NACIONAL Rede Nacional de Lésbicas e Bissexuais Negras Feministas Candaces NACIONAL Rede de Mulheres Negras para a Segurança Alimentar e Segurança Alimentar (REDESAN) NACIONAL

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Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras. Promove ação política de ONGs na luta contra o racismo, sexismo e demais formas de discriminação

DETALHES DO EVENTO

Uma agenda coletiva de enfrentamento ao racismo e ao patriarcado:
Live dia 05 de março às 19h.
Revista Eletrônica 08 de março às 19h30.
Live dia 19 de março às 15h.